Terça-feira, 18 de novembro de 2014
Querido blogue,
Como eu prometi, aqui vai um longo testamento sobre aquele desabafo que não era comigo e venho falar sobre outra coisa que me aconteceu hoje. Tenho de ser rápida, pois tenho de escrever muito em vinte minutos, pelo menos!
Bom, uma coisa que aconteceu ontem, lembras-te da IL? Aquela que me enganou e depois me mentiu à descarada, já sabes quem é ela de certeza. Pelos vistos, ontem ela e a MS chatearam-se.
Porquê? Bom, ninguém tem a certeza, mas a MS acha que a IL andou a mexer no telemóvel dela e a pesquisar sobre coisas que a MS se assustou quando foi à internet como o seu phone. Depois houve uma conversa entre a MS e a IL e a IL disse que não foi ela. Ninguém tem provas de que tenha sido ela, mas ela já ganhou a fama de mentirosa, não é? Mas, pelos vistos, hoje elas já estão amigas mas a MS diz que quer andar comigo, com a ILA e com a SD... Eu gosto muito da MS e ela pode andar connosco à vontade, desde que a IL não se vá lá meter!
Mas o que me aconteceu hoje foi pior. E isso comprova a minha teoria de que as terças são o meu dia de azar!
Na aula de história, o rapaz que está ao meu lado empurrou-me a cadeira quando eu me ia sentar e a cadeira bateu-me na perna, que posteriormente me deixou com uma nódoa negra. Depois ele perguntou se eu era parva, e eu preferi ignorar mas ele disse: "Não respondes porque não queres admitir que és parva!". Nem quis saber disso!
Mas depois ele começou a riscar-me o caderno e queixava-se para eu parar de ladrar! Eu risquei-lhe o caderno e o braço, porque já começava a ficar irritada!
Logo a seguir ele começou a chamar-me bosta. Tudo bem, nem quis saber, ele está sempre a fazer isso às pessoas (pelo menos a mim). Mas uma coisa é implicar, outra é insultar!
Porque ele começou a mandar-me para um sítio que nós cá sabemos (não digo mesmo o nome na internet para isso não se virar contra mim) e chamou-me outra coisa em que não me insulta só a mim como à minha mãe (acho que pelo menos metade das pessoas que está a ler isto já se apercebeu do que é que ele me chamou).
Isso foi muito estúpido da parte dele, porque a minha mãe e a mãe dele são praticamente as melhores amigas, quase como irmãs. Aquilo foi a gota de água, além de ele me continuar a chamar bosta o resto da aula.
Assim que a aula acabou, eu saí a correr para a casa de banho para começar a chorar, mas tive de me contentar com umas fungadelas porque quando eu vou para casa há uma rapariga que vai comigo e ela é uma falsa, arma-se em querida comigo mas diz mal de mim nas minhas costas e manda-me indiretas pelo twitter. Eu não iria deixar que ela me visse a chorar por isso inventei que estava com comichão no nariz e que estava a fungar porque precisava urgentemente de um lenço. Mal cheguei a casa, lágrimas grandes e gordas escorriam pela minha face, enquanto o meu único verdadeiro consolo era a música que estava a ouvir (a propósito, a música era a You & I dos 1D).
Eu não sei porque fico assim, gostava tanto de ter chegado a casa sem aquela cena me deixar triste ou ao menos gostava de saber responder à altura. O meu único consolo foi que a minha mãe ligou à mãe dele e contou-lhe tudo e pelo que a minha mãe me disse, a mãe dele (trato-a por tia) também ficou muito chateada!
Agora a situação já não me está a incomodar mais, mas uma pergunta que ficou entalada na minha cabeça e que gostava que alguém me respondesse (seja nos comentários ou noutro sítio qualquer):
"Porque é que sou eu que sofro com isto? Todas as horas que eu passo a chorar, terão alguma recompensa ou algum propósito?"
Emma










